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29/06/2008 Editorial Uma sociedade
nada mais é do que a soma dos indivíduos que a compõe. Desse grande todo,
as pessoas naturalmente costumam se agrupar segundo suas próprias
afinidades. É assim que nasceram os grupos voltados à ciência, à arte, ao
esporte e, naturalmente, à religião. Esses, por sua vez, apresentam um
sem-número de divisões e, a despeito de terem os mesmos objetivos gerais,
a melhora do Homem, via de regra, encaram-se como concorrentes uns dos
outros, em um claro movimento de disputa por recursos, sejam humanos ou
materiais. Qual o papel do espírita perante essa enorme mescla de
opiniões, muitas vezes absolutamente divergentes? A mesma que se espera de
um homem de bem: é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção
de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê seus irmãos*.
*Capítulo
XVII, O Homem de Bem, "O Evangelho Segundo o Espiritismo"
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Uma iniciativa da Associação de Divulgadores do Espiritismo de Campinas |
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