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18/05/2008 Editorial Deus nada faz de inútil. Suas leis são sábias,
imutáveis e, sobretudo, amorosas. Esses são conceitos universais,
presentes em um sem-número de filosofias e religiões. Contudo, a grande
maioria delas falha ao tentar conciliar a beleza da Criação com a maldade
existente em um mundo como a Terra. De fato, em uma tentativa quase que
desesperada, o Homem criou o conceito de maldade para designar tudo aquilo
que representa um desvio dessas leis. Assim, se somos maus, é porque
optamos por não seguir as leis do Criador. Porém, será que de fato somos
capazes de burlar leis tão belas? Não seriam elas perfeitas o suficiente
para conduzir todos no caminho do bem? O mal existe por toda a parte, isto
é um fato. Mas, e se ao invés de uma violação das leis, ele representar
tão somente um estado transitório e restrito de um conjunto maior? E se o
mal for apenas um interpretação equivocada de uma realidade na qual as
leis do Criador vigoram de maneira plena? Novas pesquisas sugerem que,
mais do que divagações filosóficas, tais questões parecem, de fato,
carregar uma nova visão da criatura humana.
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Uma iniciativa da Associação de Divulgadores do Espiritismo de Campinas |
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