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15/06/2008 Editorial O Espiritismo é capaz de fornecer respostas a diversas
questões que tocam diretamente os maiores anseios da criatura humana.
Poucos espíritas, senão nenhum deles, seriam capazes de discordar dessa
afirmativa. Dessa constatação, baseada em fatos diários, muitos concluíram
que o mundo deveria se tornar espírita. De fato, alguns mesmo
têm defendido que a divulgação do Espiritismo, naquilo que se tem chamado
de época de transição, é a prioridade número um, acima mesmo do cuidado
com o próprio crescimento moral. Ora, a força do Espiritismo não reside em
um conjunto de livros ou em uma dada instituição, mas sim na descrição,
sempre relativa, nunca absoluta, do mundo em que vivemos, em especial do
mundo invisível que nos rodeia. A verdadeira missão dos espíritas,
portanto, é colaborar, tanto quanto possível, para que essa visão esteja
cada vez mais presente na cultura humana, acrescentando pontos-de-vista, e
não os substituindo. Afinal, o Espiritismo, bem compreendido, mostra que
as leis do Criador encontram-se gravadas em nossas consciências. Sejam
elas espíritas ou não.
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Uma iniciativa da Associação de Divulgadores do Espiritismo de Campinas |
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