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09/11/2008
Uma discussão de como é
possível conduzir estudos espíritas mesmo sem a responsabilidade da
fundação de um centro espírita. O programa contará
com os comunicadores: Carlos Garcia, Marcia Bonfim, Gustavo Montagner e Editorial
Pelos mais variados motivos, muitas pessoas não se encontram vinculadas a
um centro espírita legalmente constituído. Em certos casos, há uma
incompatibilidade de horários e distâncias. Em outros, de similitude de
idéias. Isto, contudo, não é motivo para que o estudo do espiritismo seja
interrompido. Com um pouco de boa-vontade e interesse, sempre
encontraremos pessoas afins, seja na família, no trabalho, ou em outros
círculos sociais, com quem possamos manter uma troca de idéias, um estudo
saudável e sério em torno do espiritismo. Em diversas ocasiões, ao ser
perguntado sobre a fundação de grandes grupos espíritas, Allan Kardec, que
muito antes de ser tornar um dirigente espírita, era um grande educador,
costumava dizer que "os pequenos grupos, ao contrário [dos grandes], serão
sempre mais homogêneos; nele se conhece melhor, se está sempre em família,
admite-se melhor quem se quer; e, como todos tendem ao mesmo objetivo,
podem perfeitamente se entender..." *. Seria possível, portanto, criar-se
um grupo espírita mais reservado, formado apenas de amigos? A divulgação
espírita não seria assim prejudicada? Eis algumas das questões que
propomos debater.
*
"Banquete oferecido pelos Espíritas lioneses ao Sr. Allan Kardec" Revista
Espírita, outubro de 1860.
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Uma iniciativa da Associação de Divulgadores do Espiritismo de Campinas |
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