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02/11/2008
Uma análise de como,
mesmo para os espíritas, a morte é tida como uma separação definitiva. O programa contará
com os comunicadores: Carlos Garcia, Marcia Bonfim, Gustavo Montagner, Sandro
Cosso e Dermeval Carinhana. Editorial
O conceito
da imortalidade da alma humana é um dos conceitos mais demonstrados pelo
espiritismo. Em sua defesa, podemos encontrar por toda a literatura
espírita inúmeros argumentos, sejam científicos, como comunicações
mediúnicas, lembranças espontâneas, etc., como também filosóficos,
fundamentados na análise lógica do que somos capazes de entender da
bondade e justiça do Criador. Tamanha é a capacidade das idéias espíritas
em fornecer explicações convincentes acerca da realidade além-túmulo que
bem poucos espíritas se dedicam a questioná-las. Contudo, se damos como um
fato absolutamente natural a continuidade da vida, o mesmo não podemos
dizer sobre o fenômeno da morte. Ao contrário, uma ampla maioria dos
espíritas ainda vê nesse processo algo de ruim, na maioria das vezes
relacionado a uma dos inúmeros problemas ligados a um mundo de provas e
expiações. Pode-se mesmo dizer que nos acostumamos com a morte, sem que,
porém, a tenhamos compreendido de fato. A morte seria um acontecimento
terrível na vida do espírito imortal? Seria ela apenas mais um sofrimento
imposto ao homem? Eis a questão que nos propomos apreciar.
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Uma iniciativa da Associação de Divulgadores do Espiritismo de Campinas |
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