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08/03/2008
Editorial Há muito o homem tem se questionado sobre a existência do mundo dos espíritos. Muitos pesquisadores, espíritas ou não, têm se dedicado ao estudo dos fenômenos físicos produzidos por espíritos que, a despeito de sua origem espiritual, possuem eco no mundo material, o que abre a possibilidade do emprego dos métodos adotados pelas ciências naturais. Contudo, muitos tentaram aplicar os mesmos métodos aos próprios espíritos e às idéias transmitidas pelos médiuns, como se próprios espíritos fossem um fenômeno material qualquer, como uma pedra em queda livre, um astro que se movimenta no céu, ou ainda um interruptor que se acende. Contudo, ao invés de tubos de ensaio, balanças e eletrodos, os espíritos e suas idéias devem ser estudados por uma única ferramenta: o diálogo, cujas bases de análise podem ser adquiridas junto à comunicação social. É nessa ciência, portanto, que Allan Kardec e outros pesquisadores espíritas apoiaram-se para a elaboração de suas obras, o que, naturalmente, pode ser confirmado por qualquer pessoa que aplique essa mesma metodologia aos estudos do mundo invisível.
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Uma iniciativa da Associação de Divulgadores do Espiritismo de Campinas |
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